terça-feira, 24 de maio de 2011
E outra vez aquela velha chama da morte quase apagada volta a se acender, antes o que me fazia bem trocou-me pelo vento. Pelo contentamento do abraço, a vontade de um beijo quente e uma blusa de frio. Talvez por um café na cama, e jantar a luz de velas. Talvez por uma vida a dois mais segura do que com uma pessoa transtornada. Eu só acho uma coisa, as pessoas deveriam saber quando entram na vida de alguém, com tanta intensidade, e que quando elas se vão irão deixar-nos marcas tão firmes quanto as que o dono do gado ”põe” no lombo de um boi. Eu estou triste, magoada, asfixiada com minha dor, engasgada com tantas lágrimas e implorando mais uma vez: não entre mais ninguém em minha vida.. amar..é uma dor, que não quero provar tão cedo outra vez.
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