domingo, 4 de setembro de 2011

Flor de Liz.

Foi olhando aquela caixinha que um dia construímos juntas, sabe naquela tarde de verão com nossas vidas começando um entrelaçado, que duraria até hoje. Você alma gêmea minha, luz que me reluz, e me emana paz, tão bela aponto de transcender-me a uma espécime de oásis, cujo nada me falta nunca, nem sorrisos nem colo, nem lágrimas. Tu és vida, tu és colossal! é paz, alegria, harmonia. Ainda bem que eu sigo hoje, com as lembranças daquela caixinha que colocamos dentro de nossos corações pra que nada, ninguém, substitua-nos. Eu te amo minha epifania, minha menina, minha melhor amiga! Velarei você até o fim da tua vida, te trazendo os bons frutos e amaciando tua alma. Eu te amo, e te protegerei até o fim de minhas forças. É tudo, é nada, sou e e você irmã!

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