domingo, 4 de setembro de 2011

Com amor

Não sei quando se tornou amor.  Só sei que quando senti estava tomada por aquele amor, estava tomada pelo desejo dos teus olhos, a vontade de ter seu olhar fixo e parado, desconsertado. Ter seus cabelos bagunçados de manhã, vestindo camisas largas. Queria o entrelaçar de mãos em meus cabelos, queria o calor, o contato e a alegria de estar com alguém. Eu não queria isso no instante em que estávamos perto, e sim o tempo todo! Cada segundo do meu dia, cada palavra, cada ação que eu fizesse te queria por perto. A cada fração de segundo! É uma vontade inesgotável, uma vontade que transborda o limite do tempo, do senso e de todas as barreiras existentes. Mas eu sei que é amor, mas agora está machucando e começando a arder as feridas que tu deixou em mim. Não dá.. por mais que eu te ame tão incondicionalmente a ponto de deixar pra traz o que vivi, não quero sofrer tão calada assim, doí e não é pouco. Enfim, isso é o fim, acabou, acabará, as feridas vão parar de doer você irá pegar o que deixou dentro de mim, pegara suas lembranças, e eu secarei a ultima lágrima, ouvirei pela última nossa música, e assim, viverei em paz, mesmo sabendo que eu te amo.. e que essa a ferida maior, nunca vai parar de doer.

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