”Era assim cada vez que olhava mata a dentro minha alma pedia socorro, meus cabelos soltavam como ferozes leões a minha procurar, era assim que me sentia, com medo, sempre com ele. O medo que me assombra a cada manhã, que acordo, sem saber o que fazer. Era lindo, tudo muito lindo mais eu morria de medo. O medo da mata era o medo que vencia tudo o que tinha em mim, mais quando olho para traz há pegadas do meu anjo da guarda. Eu nunca estive sozinha, ele sempre me alcançou, mesmo eu não o vendo, nem ele me ajudando sempre, mais eu entendi que o medo, é simples assim, como adentrar a mata, posso levar arranhões e ter tropeções mais sairei intacta da mata, mesmo que ela me mate de medo.”
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