domingo, 3 de abril de 2011

Sinto.
Estava sozinha como de costume, eu sempre ficava sozinha, era raros momentos de risos conjuntos. Queria a velha paz de volta, a que herdei das gerações. Era o final de tudo, e o começo de mim, estava para nascer e deixar de se importar com o resto do mundo, ser bom, não é ser tolo, e eu era. Agora o triste fim da minha alma, com sorrisos claudicantes que surgiam da devassa vida que eu tinha. Pois-se o fim!

_ 1,2,3..

O meu corpo ficava inerte, suspenso pela imensa corda..era a saída mais viável. Meu corpo perdia os sentidos, as pernas se debatiam ferozmente. Minha alma gritou,e saiu para habitar em outro corpo. Que talvez a use melhor.

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