Olhe para o feijão. Isso olhe para o feijão que você come agora, não precisa sorrir olhe para o feijão. Ele é marrom, tem uma fina camada por fora e por dentro é mais claro. Assim anda o meu coração, só que a camada fina, anda grossa e nada a ultrapassa. Agora morda o feijão. Não, não estou te fazendo de bobo..só morda o feijão, assim como o viu. Macio não é mesmo? sim, feijões cozidos, são sempre molinhos. Eu não estou assim, quando ” me mordem ” estou dura, como se nada conseguisse me cozer. Nada, nem mesmo o mais lindo e maravilho amor.. é nem ele. No mais ímpeto de meus desejos gritantes, que se acumulam em meu coração quero poder ser livre desse “não cozimento” desse não amadurecimento de minh’alma. Não quero que meu coração, seja como um feijão não cozido, ou aqueles estragados que jogam fora quando não servem. Embora pessoas tem o dom de jogar o meu fora, lhes dou o meu coração, minha vida em suas mãos .. e eles , o que fazem.. jogam fora antes mesmo de saber como é, de saber como é entrar nas minhas nove portas. é tenho nove portas, para me conhecer as pessoas tem que adentrar nelas periodicamente, e bem devagarinho, para que eu não me assuste, e nas as ponha pra fora .. e acha que seria fácil ? não , por isso as pessoas se distanciam, por não saberem a existência das portas nem, dos obstáculos. Nada é fácil, por que seria fácil me amar ? não é mesmo.. nem eu consigo isso.
__ Nhac! comi o último feijão.
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