segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Devaneios
Ouço pingos de chuva que se misturam com minhas inocentes lágrimas. Não sei se são por você, elas simplesmente saem dos meus olhos, sem que mesmo eu precise me esforçar, e cada vez quanto mais a chuva se intensifica, as minhas lágrimas caem com mais velocidade, como se tivessem que sair com rapidez, para que eu me sinta livre, de você, desse sentimento outrora perturbador. Não sei como ainda consigo me reerguer a cada vez que você me atinge, com suas palavras fúnebres, e com seu jeito inerente, ao que é ruim para o meu coração. Queria muito aprender, a sumir e evaporar como os pingos de chuva vão começar a evaporar quando o sol vier e secá-los. É triste não te ver como o amor da minha vida, e agora nem mesmo um amigo, nem mesmo um simples colega. Você foi um das muitas paixões que tive, e não vai ser a única que me faz perder a cabeça, ficar louca de amores, e depois me estrepar como se eu descesse de um barranco a ponta pés. Estou sentindo um frio, que durante algum tempo você conseguia esquentar, com uma palavra, mais com o tempo o frio, não passava com a sua presença e sim, ficava cada vez pior, e agora… Terei que me lamentar com o cobertor, que está me chamando, mesmo com uma chuva que não para nem para que eu possa respirar. Essa chuva me aquece mais do que se eu estivesse ao seu lado, não há nada que você possa fazer, para que eu volte a te amar, e não há nada que eu queira fazer para que isso aconteça, por que .. eu não quero mais sofrer por você.
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