domingo, 27 de fevereiro de 2011
Neblinas e um pouco de sangue.
Quando você acorda numa manhã intensa, chuvosa e com um friozinho. Tem mil coisas para fazer, mil coisas para pensar, e só uma invade sua mente: falta de amor. Sim falta de amor, engloba tudo que eu sinto, tudo que as pessoas me trazem das suas almas frias e vazias, um resquício de amor, nada puro, sempre um resto do que não amam mais. Não tenho um amor pleno, amigos, familia, amores.. nenhum nunca foi pleno. As vezes eu queria morrer, queria mesmo cortar-me os pulsos ou induzir isso de alguma forma, por que ? por causa de amor. Não é um especifico é amor..simplesmente ele. Queria cobrir-me de lençóis de seda e sumir, ir a deriva. As pessoas são mestres de sempre me deixar a deriva a sós com meus medos. Sou mesmo sozinha, e não é uma solidão que passa quando alguém fala, é uma solidão que nunca acaba, acordo e durmo com ela, e em dias como hoje, da vontade de fugir, mas sou tão idiota, que nem mesmo correr por essas ruas chuvosas em busca de alguma coisa eu consigo. A cada dia que acordo lembro mais, que sou um nada pra mim e pra todos que me seguem. Sou como o vento que entrelaça cabelos, logo depois do “prazer” as pessoas me enxotam como uma velha roupa que não serve mais.. e eu ? fico como..fico aqui lamúriando a vida que eu as vezes não queria ter.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário