segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Era uma noite bem fria, seus olhos estavam olhando pro tempo, para as estrelas, e imaginando como seria o rosto da sua linda filha. Qual seria o nome? Taynara talvez. é seria esse mesmo, significa aquela que consegue voar, era início dos anos 80, e em pleno estopim de legião urbana, ela sente um das contrações. Nasce ela, a bela Taynara pra iluminar a vida das faces tristes, das faces mundanas. Para voar diante dos males, afastar temores e findar horrores. Arrancar sorrisos mestiços, fazer o mundo deixar de ser egoísta, ser mais autruista, e ficar inerente a dor das pessoas até que elas passem. Assim cresceu Taynara na redoma de vidro, mais quando ela menos esperaria, sua vida se enchia de alegria, ao poder sair do mundo e assim enche-lo de paz alegria, com seu belo sorriso com seus suaves versos e sua voz tímida. Ela consegue concertar o mundo, em um segundo, sorrindo pra ele. A luz que ela irradia, é mesmo linda! com muita magia, que de tanto se espalhar já virou rotina, na minha vida. Não quero perder nem um dia, desse sorriso que me ilumina e traz a vida, somente eu para saber como necessito dessa doce voz, desse doce sorriso, e dessa doce menina:Taynara. Hoje ela chega com muita alegria, podera agora sair com sua bicicleta vermelha, nas ruas de outono da cidade em que estava ah doce Taynara, viaje por ai, só não me deixe aqui, sem você sem o seu ser para  saber sempre como proceder, diante desse mundo louco que me deixa cada dia mais to-lo por tentar me controlar, e assim como você, eu não vou ceder vou sempre crescer..  e um dia, chegar até você. Minha pequena batedora de assas.
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